PADRE ISRAEL

Missa celebrada por dom Vilson marcou a posse no novo pároco da Santa Teresinha

UM PADRE, UMA IGREJA

Revista com a história de padre Arlindo e da Paróquia Santa Teresinha já está à venda!

PARABÉNS, PADRE ARLINDO!

Sacerdote comemorou 77 anos em um jantar com familiares e paroquianos

JUBILEU DE OURO

Padre Arlindo celebra 50 anos de sacerdócio com tríduo e homenagens

COMUNIDADES E CAPELAS DA SANTA TERESINHA

Conheça as comunidades e capelas ligadas à Paróquia Santa Teresinha


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Quinta-Feira Santa: Lava-pés

Quinta-Feira Santa
Jo 13,1-15








O dia de hoje é chamado de Quinta-feira Santa porque recordamos o dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Eucaristia, o sacerdócio e nos deu o mandamento do amor. Na prática, cada vez que celebramos a Eucaristia nós participamos da Páscoa de Jesus Cristo, nós comungamos — comemos e bebemos — a Cruz e a Ressurreição de Jesus.

Paulo diz que fazemos memória, que não significa lembrar o que Jesus fez, mas atualizar, tornar presente a Cruz e a Ressurreição de Jesus Cristo entre nós. O fato histórico aconteceu há dois mil anos atrás, mas a realidade daquele fato, a Redenção está acontecendo agora, entre nós que celebramos a Eucaristia, graças a ação do Espírito Santo de Deus.

Mas a Eucaristia não se resume na explicação teológica, por mais importante que seja, ajudando-nos a compreender como participamos do Mistério Pascal, através da celebração. É o próprio Jesus que faz questão de nos tirar da teoria para nos conduzir à prática, através do gesto do lava-pés.

Num dado momento da celebração, Jesus levanta-se da mesa, diz o Evangelho que ouvimos, e se veste com outros paramentos, aquele de um servidor, para lavar os pés de seus discípulos. Jesus não apenas ensina com palavras, mas realiza visivelmente como nós damos continuidade à Eucaristia: tirando o manto da festa, tirando as vestes celebrativas, e vestindo o avental, símbolo do serviço.

A Eucaristia, portanto, tem duas vestes e dois espaços. Uma é a veste celebrativa, os paramentos celebrativos, que indicam o meu serviço litúrgico diante do povo. Outra veste é o avental, símbolo do serviço fraterno.

Cada um de nós no final da celebração, é convidado a trocar essa sua veste mais festiva pelo avental, a veste do serviço. Jesus é claro: a Eucaristia não termina na celebração, pois a celebração é uma porta que nos abre ao serviço fraterno.

O lava-pés indica também que a Eucaristia é celebrada em dois espaços e de dois modos diferentes. Existe o espaço celebrativo, feito de ritos, orações, proclamação da Palavra, canções... e existe o espaço vivencial, o local onde vivemos e convivemos com os outros.

O espaço onde nos relacionamos com os outros. Lá também celebramos a Eucaristia. De que modo? Através do serviço fraterno e pela promoção do mandamento novo, que o Senhor nos propôs na sua Ceia derradeira.

Existe, portanto, um modo eucarístico de se viver, que caracteriza o discípulo e a discípula de Jesus, e um modo não eucarístico, que é próprio de quem ainda não é discípulo de Jesus. Vivemos a Eucaristia no dia a dia, como celebração do serviço.

Cada vez que nos dispomos a servir e a colocar em prática o mandamento novo do amor, nós damos graças ao Pai e o bendizemos pela prática da fraternidade. Isso significa, então, que existem dois modos de celebrar a Eucaristia? Não!

Existe o modo celebrativo que se completa no modo vivencial. Nenhum é mais ou menos importante, porque um depende do outro. Só celebramos bem e verdadeiramente participamos da Eucaristia aqui dentro da igreja, se somos sinceros e fraternais em nossos relacionamentos.

Só celebramos bem a Eucaristia em nossa fraternidade, se nos alimentamos da Palavra e do Corpo e Sangue do Senhor na igreja. A Eucaristia, a Missa, portanto, nunca termina. A celebração começa na igreja e continua na vida e, de outro lado, o nosso modo fraterno de viver e de servir é celebrado na igreja.

Nosso Mestre e Senhor não instituiu um rito para ser celebrado, mas um modo de viver, que tem na Mesa da Palavra e Mesa Eucarística o alimento para cultivarmos o amor através do serviço fraterno.

Confira as fotos da celebração, clicando aqui.


domingo, 1 de abril de 2012

Domingo de Ramos

Domingo de Ramos
Mc 14,1 - 15,47

Iniciamos, neste domingo, o caminho Pascal de Jesus Cristo e com Jesus Cristo. Este é o significado da Procissão de Ramos, que abre a celebração Eucarística desse Domingo.

A finalidade ritual dessa procissão não está na lembrança histórica, mas é um rito que nos introduzir no caminho de Jesus e com ele entramos em nossa comunidade para viver com ele a sua Páscoa. É uma procissão, portanto, que convida a refazer o mesmo caminho percorrido por Jesus, mas, dessa vez, em nossa comunidade, em nossas ruas, em nossos bairros.

É um momento especial de olhar para nossa comunidade e nos perguntar se ainda acolhemos Jesus entre nós e, mais importante que isso, perceber que resultados, que mudanças acontecem entre nós por causa desse acolhimento, nós que durante toda a Quaresma nos dispusemos a ser aliados para que o projeto divino, o Reino, aconteça entre nós. Apesar da decisão sincera e do empenho coerente com o Evangelho, as vezes, temos a impressão que estamos sozinhos e que Deus está distante.

Estou falando do “silêncio de Deus”. Na terceira cena da narrativa da Paixão, depois da Ceia Pascal, o evangelista Marcos conta que Jesus foi para o Jardim do Getsemani com uma finalidade bem precisa: estava angustiado porque sua hora tinha chegado e precisava encontrar-se com Deus. Mas, naquele noite, quando Jesus mais precisava, Deus se fez silencioso.

Chega a pedir o afastamento daquele cálice; e Deus continua silencioso. Jesus vai procurar seus discípulos e os encontra dormindo, incapazes de partilhar o angustia sufocante e ansiosa de Jesus. Jesus sentia medo, pavor... em tudo se fez humano, por isso precisava de Deus, mas Deus se fez silencioso. Até mesmo seus discípulos silenciaram no sono.

No Batismo de Jesus, Deus falou declarando que ele era seu Filho amado; na transfiguração, ouviu-se novamente a voz do Pai. No Evangelho do Domingo passado, ouvimos Deus se manifestando... agora não. Deus se fez silencioso no Getsemani e não responde às orações de Jesus. 


O silêncio de Deus incomoda Jesus, a ponto dele sentir-se abandonado e reclamar: “meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” Existe, contudo, um detalhe que chama atenção no drama vivido por Jesus.

Mesmo sofrendo, sentindo-se abandonado, Jesus continua rezando. Nem passa pela sua cabeça discutir se Deus é um Pai desnaturado, que deixa seu filho padecer e morrer. Ao contrário, o Evangelista Marcos faz questão de mencionar que Jesus continua rezando e — aqui tem um detalhe importante — Jesus chama Deus de “Abbà”, uma palavra aramaica, que se traduz por “papaizinho” ou “paizinho”. Era o modo como as crianças pequenas chamavam seus pais.

Não existe infantilismo na oração de Jesus, mas demonstração de confiança profunda de que o silêncio de Deus não significava distância, abandono, afastamento... mas era um modo diferente de ser presença. Existem momentos, nos quais Deus se manifesta de modo palpável, digamos assim, e existem momentos, nos quais Deus silencia, mas não se ausenta. 

É a intimidade com Deus e o poder da oração que mantém Jesus fiel até o fim, não desiste e nem volta atrás, mesmo esbofeteado, ridicularizado, rejeitado... se mantém fiel. A Semana Santa não é museu de tradições passadas, como parece se transformar ultimamente, incentivada pelo marketing do turismo que se diz “religioso”, com finalidade de lucro.

A Semana Santa tem outra finalidade: a de nos fazer entrar na estrada com Jesus, para que possamos chegar à ressurreição. Em nossos momentos de angustias, ansiedades, tristezas profundas, passamos pela experiência do silêncio de Deus.

Muitos irmãos e irmãs confundiram o silêncio de Deus com abandono e deixaram tudo, trocaram de Igreja, abandonaram a fé... foram embora. Não perceberam que silêncio de Deus não significa abandono, mas proximidade silenciosa.

Muitos se deixaram levar pelo discurso que é preciso “acordar” Deus de seu silêncio, como se ouve em pregações televisivas, e acabaram ouvindo-se a si mesmos, consolando-se com emoções de auto-ajuda.

Fugiram do Getsemani e perderam a oportunidade de passar pela experiência do silêncio de Deus que fortalece a fé e a certeza que Deus não nos deixa na Cruz, mas nos ressuscita, como aconteceu com Jesus.

Confira fotos da celebração, clicando aqui.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Jubileu de ouro sacerdotal do padre Arlindo




Estamos montando o álbum de fotos da semana do jubileu sacerdotal do padre Arlindo. Tudo correu na mais perfeita ordem e harmonia.

A comunidade está de parabéns com as festividades, homenagens e a exposição de fotos que realizou.

Em breve, o lançamento da revista "Um Padre, Uma Igreja".

Veja algumas fotos que aos poucos vamos publicando: clique aqui.

E também fotos da Diocese de Limeira: clique aqui.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Exposição de fotos "Padre Arlindo e a Comunidade"

Está linda a exposição de fotos que retrata a história do padre Arlindo. Veja abaixo reportagem da Gazeta de Limeira sobre o assunto.


Sacerdote que atua na 'Santa Teresinha' completará 50 anos de ordenação no dia 25

As comemorações dos 50 anos de ordenação sacerdotal do padre Arlindo De Gaspari terão início hoje à noite com a abertura de uma exposição com mais de 1.030 fotos sobre a história do pároco. A exposição "Padre Arlindo e a comunidade" será inaugurada após a missa das 19h e mostrará, em ordem cronológica, imagens de diversas etapas da vida do sacerdote, de 76 anos - como a infância no Tatu, a ordenação em 1962, as primeiras celebrações e as viagens feitas em excursões com os paroquianos.


Nos cinco paredões e 42 cavaletes metálicos cedidos pela Secretaria da Cultura, também estarão expostas fotos de praticamente todas as turmas de primeira eucaristia e crisma da Santa Teresinha, assim como centenas de registros de batizados, casamentos, bodas, festividades e celebrações realizadas na paróquia e nas comunidades e capelas ligadas a ela.



Segundo Francisco José Vieira Cardoso, 46, coordenador da mostra, as fotos retratam a trajetória de trabalho e atenção que o padre Arlindo tem com a comunidade e sua dedicação especial aos vocacionados. O paroquiano conta que o processo que resultou na seleção de 1.030 imagens para a mostra começou em setembro do ano passado.

"Iniciamos os trabalhos quatro meses atrás com o material que tínhamos e com o que a comunidade nos enviou. Foram cerca de 2.000 fotos escaneadas, horas gastas na seleção para revelação, identificação de pessoas, confecção das etiquetas, colagem dos painéis, revisão e fixação. Só a montagem dos painéis levou 24 horas", afirma Cardoso.

A exposição está instalada no salão do Centro Paroquial Santa Terezinha, localizado na rua Alferes Franco, 1.241, no Centro, e pode ser visitada após as missas de amanhã, segunda-feira e terça-feira. Na quarta-feira, dia 25, o horário de visitação é das 14h às 22h. No sábado, dia 28, a exposição estará aberta das 16h às 22h. A entrada é gratuita.

JUBILEU

O pároco da Santa Teresinha celebra o jubileu de ouro na quarta-feira, às 10h, em missa que terá a presença do bispo diocesano Dom Vilson Dias de Oliveira e de todo o clero.

Para celebrar a data, também estão programados um tríduo vocacional (com celebrações entre os dias 22 e 24 presididas por padres convidados), a exibição de um documentário sobre a trajetória de padre Arlindo, logo após a missa das 19h30, e o lançamento de uma revista com 212 páginas com a história do sacerdote e da Paróquia Santa Teresinha.

EXPOSIÇÃO "PADRE ARLINDO E A COMUNIDADE"

>> Inauguração: Hoje, após a missa das 19h
>> Acervo: 1.030 fotos
>> Dias e horários de visitação: Dias 23 e 24 (2ª e 3ª feiras), após as missas; dia 25 (4ª feira), das 14h às 22h; e dia 28 (sábado), das 16h às 22h. Entrada gratuita.
>> Local: Salão do Centro Paroquial Santa Teresinha. Rua Alferes Franco, 1.241, no Centro

Fonte: Paróquia Santa Teresinha


>> Reportagem da Gazeta de Limeira (1): Clique aqui

>> Reportagem da Gazeta de Limeira (2): Clique aqui

>> Reportagem do Jornal de Limeira: http://www.jlmais.com/index.php?option=com_content&view=article&id=98121:exposicao-conta-historia-de-pe-arlindo&catid=200:geral&Itemid=868

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Jubileu de ouro do padre Arlindo



Estaremos promovendo uma bela semana de acontecimentos em nossa paróquia.

Você é nosso convidado.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cruz da Juventude



Cruz da Juventude e o Ícone de Nossa Senhora

No dia 12 de outubro de 2011, nossa comunidade esteve presente na Paróquia São Benedito para acompanhar a chegada da Cruz da Juventude à nossa Diocese.

Para ver as fotos, clique: clique aqui.

Para saber mais, acesse o link.

















quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Festa de Santa Teresinha e Crisma 2011



Fotos da Festa de Santa Teresinha, clicando aqui.

E mais uma turma recebeu o Crisma. Confira as fotos aqui.